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No Brasil, muitas pessoas descobrem novas soluções para problemas técnicos, mas esquecem que elas podem ser patenteadas e, portanto, rentáveis. Com esta preocupação, pesquisadores do INPI participaram, nos dias 16 e 17 de novembro, do seminário “A interação entre biotecnologia e propriedade intelectual”, realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a participação de 30 alunos e professores. Um dos resultados mais relevantes foi a identificação de pelo menos seis projetos que podem gerar patentes na área de biotecnologia.

Após a apresentação de todos projetos em andamento, seis deles foram selecionados pela coordenação do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia Vegetal, do Centro de Ciências da Saúde, com apoio da Agência UFRJ de Inovação e do pesquisador do INPI Alexandre Vasconcelos. O seminário foi uma iniciativa das servidoras Liliana Mendes e Patrícia Barbosa, também do INPI.

Estiverem presentes ao evento especialistas em diversas áreas de conhecimento ligadas à biotecnologia, incluindo três do INPI: Sérgio Barcelos, com o tema “A Relação entre Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual”; Celso Lage, com duas palestras, “A Importância da Propriedade Intelectual para a Biotecnologia” e “Prospecção Tecnológica”; e Vitor Genu, com “A questão do Acesso aos Recursos Genéticos”.

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